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Menina de 7 anos é agredida por parentes muçulmanos após aceitar Jesus em Burkina Faso

  • 05-11-2026 09:09

  • Menina de 7 anos é agredida por parentes muçulmanos após aceitar Jesus em Burkina Faso

    Burkina Faso está na região considerada a mais perigosa para cristãos: a África Subsaariana.

    No país de maioria islâmica, aqueles que aceitam Jesus enfrentam perseguição, incluindo violência, rejeição por parte da família e pressão para abandonar a fé.

    Mas, em muitas comunidades, muçulmanos e cristãos convivem de forma pacífica.

    Foi assim que Aicha, hoje com 12 anos de idade, conheceu o Evangelho quando tinha apenas 7 anos.

    Ela e seus irmãos mais novos começaram a frequentar uma igreja local com seus vizinhos.

    “Ouvi que Jesus é o caminho a verdade e a vida”, lembrou ela, à Missão Portas Abertas.

    A menina foi impactada pela mensagem de Salvação e decidiu entregar sua vida a Cristo.

    Por causa de sua conversão, ela foi perseguida por familiares muçulmanos.

    “Meu tio paterno mais velho e meu tio materno mais novo me batiam por causa da minha fé.

    Um dia, me arrumei para ir à igreja e, no caminho, meu tio me encontrou.

    Ele me bateu e me obrigou a voltar para casa”, contou.

    E acrescentou: “Quando meus pais descobriram que eu estava indo à igreja, eles me perguntaram por que eu tinha tomado aquela decisão.

    Respondi que ia à igreja para ouvir a Palavra de Deus”.

    Mesmo enfrentando pressão para deixar a fé cristã, Aicha perseverou e permaneceu firme.

    “Houve uma grande mudança na minha vida quando aceitei Jesus como meu Salvador.

    Eu me tornei gentil e obediente aos meus pais”, comentou ela.

    Levando os pais a Jesus

    Através da mudança de Aicha, seus pais foram atraídos para a igreja e também aceitaram Jesus.

    “Fiquei feliz em falar aos meus pais sobre Jesus, porque queria que eles também cressem Nele”, disse ela.

    Asseta, a mãe da menina, testemunhou: “Acredito que Deus encheu nossos filhos de coragem para enfrentar a perseguição.

    Era o plano de Deus que nossos filhos perseverassem para nos levar à salvação mais tarde”.

    Logo depois, toda família enfrentou oposição de parentes muçulmanos por colocarem sua fé em Cristo.

    “Meus tios ficaram bravos e nos expulsaram de casa imediatamente.

    Eles nos abandonaram e pararam de se importar com a gente.

    Minha mãe foi insultada, assim como todos do meu núcleo familiar.

    Depois disso, nós pegamos nossos pertences e fomos embora”, disse Aicha.

    Apoio da Portas Abertas

    Ao conhecer a história da menina e de sua família, a Portas Abertas forneceu ajuda em meio às dificuldades que viviam.

    Através de doações, a missão pagou despesas médicas, forneceu alimentos e outros itens essenciais.

    “Sou grata pelo apoio dessa organização e por tudo o que fizeram por nós.

    A Palavra de Deus que ouvi na igreja me deu forças para perseverar”, declarou Aicha.

    Burkina Faso ocupa a 16ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Portas Abertas.

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    Fonte: Guiame